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  1. Arthur Clive Heward Bell ( 16 de setembro de 1881 — 17 de setembro de 1964) foi um filósofo e crítico de arte inglês, associado ao grupo de Bloomsbury . Ideias Bell foi um dos defensores mais proeminentes do formalismo na estética.

  2. en.wikipedia.org › wiki › Clive_BellClive Bell - Wikipedia

    Arthur Clive Heward Bell (16 September 1881 – 17 September 1964) was an English art critic, associated with formalism and the Bloomsbury Group. He developed the art theory known as significant form .

  3. Clive Bell é quem melhor sintetiza a sua própria teoria: O ponto de partida de todos os sistemas de estética tem de ser a experiência pessoal de uma emoção peculiar. Aos objectos que provocam esta emoção chamamos “obras de arte”. 1 […]

  4. 15 de fev. de 2024 · Clive Bell (born September 16, 1881, East Shefford, Berkshire, England—died September 17, 1964, London) was an English art critic who helped popularize the art of the Post-Impressionists in Great Britain. Bell graduated from Trinity College, Cambridge, in 1902 and spent the next several years studying art in Paris and then back in ...

    • The Editors of Encyclopaedia Britannica
  5. 31 de dez. de 2023 · Arthur Clive Heward Bell (nasceu em 16 de setembro de 1881, East Shefford, Reino Unido – faleceu em 18 de setembro de 1964, em Londres, Reino Unido), foi crítico de arte e literatura britânico. Clive Bell fazia parte de um grupo de intelectuais que começou a se reunir por volta de 1906 na área de Gordon Square, em Londres.

  6. Clive Bell was a British art critic and philosopher who developed a theory of art based on the concept of significant form. He influenced by G.E. Moore's ethics and Roger Fry's aesthetics, he wrote Art to explain what significant form is and how it connects us with the real. He also reviewed modern British art and criticized the craft-making stage of culture.

  7. Décadas antes da Ästhetische Theorie, quando os movimentos de vanguarda apenas se constituíam ou eram divulgados, ressaltava a reflexão de um Clive Bell. No primeiro capítulo da primeira parte de seu curto Art (1914), Bell expunha uma interpretação da autonomia como liberadora: ela salvara a arte da obrigação de ser representativa: